Segundo Russel (1957), o homem é egoísta por natureza, mesmo quando pensa ou age de forma social/coletiva, mesmo assim, seu ego prevalece em seu ser. Para o autor, o ego desse sujeito, engana até mesmo seus objetivos evidentes, pois, ao pensar que aquele homem buscava na verdade "bens materiais", Russel contradiz esta afirmativa, pelo desejo do homem de se afirmar quanto a sua auto-estima: ser amado pelo outro. Ou seja, "impressionar o próximo".
