Segundo Russel (1957), o homem é egoísta por natureza, mesmo quando pensa ou age de forma social/coletiva, mesmo assim, seu ego prevalece em seu ser. Para o autor, o ego desse sujeito, engana até mesmo seus objetivos evidentes, pois, ao pensar que aquele homem buscava na verdade "bens materiais", Russel contradiz esta afirmativa, pelo desejo do homem de se afirmar quanto a sua auto-estima: ser amado pelo outro. Ou seja, "impressionar o próximo".
O termo “autismo de alto funcionamento” é popularmente usado para se referir a pessoas diagnosticadas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) nível 1, conforme o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais – DSM-5 (APA, 2013). Esses indivíduos apresentam autonomia em várias atividades diárias e, muitas vezes, habilidades cognitivas acima da média. Anteriormente, muitos desses casos eram classificados como Síndrome de Asperger, conforme descrito por autores como Teixeira (2005) e Soares & Brito (2024). Contudo, mesmo com essa aparente “funcionalidade”, os autistas de nível 1 continuam enfrentando desafios significativos nas áreas de comunicação social, sensorialidade, linguagem pragmática e adaptação emocional, aspectos frequentemente invisíveis aos olhos de quem observa apenas a performance exterior. Habilidades Cognitivas Superiores É comum que esses autistas apresentem talentos em áreas como matemática, música, memorização, programação ou escrita. O pesquisador S...
